Reportagens Especiais
01/01/2009 - 00h00 | Atualizada em 01/01/2009 - 07h30
Quem vai comandar as principais cidades do país
Dos 34 prefeitos que tomam posse nas capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes, 28 são de partidos da base do governo Lula
O desejo expressado em outubro, nas urnas, pelos eleitores dos 5.563 municípios brasileiros vira realidade hoje (1º), quando os prefeitos eleitos assumem seus cargos por todo o país. Além dos prefeitos e vices, 55.007 vereadores também serão empossados.
Nas 34 principais cidades brasileiras – as 26 capitais e outras 12 com mais de 500 mil eleitores – todos os novos comandantes dos municípios têm algum tipo de experiência no Executivo ou no Legislativo.
Na composição partidária, a base aliada ao governo do presidente Lula leva grande vantagem nesses municípios. Dos 34, 28 ficarão sob o comando de partidos afinados com o Palácio do Planalto.
Entretanto, as diferenças municipais acabam falando mais alto. Casos como o do prefeito eleito de Macapá (AP), Roberto Góes. Filiado ao PDT, uma sigla da base, ele coligou-se com o DEM, que faz acirrada oposição a Lula no Congresso. Ou do petista Lindberg Farias, reeleito
Dezoito dos candidatos conseguiram vencer o pleito no primeiro turno. Dois deles, entretanto, estavam em cidades que ainda não atingiram 200 mil eleitores – Palmas e Boa Vista. Já os demais tiveram que enfrentar mais três semanas de campanha e passar por novo crivo dos eleitores.
A seguir, é possível consultar quanto cada um deles declarou à Justiça eleitoral ter arrecadado e gastado durante a campanha, bem como seu patrimônio pessoal. Veja abaixo o perfil dos prefeitos eleitos nesses 34 municípios, por ordem alfabética:
Aracaju (SE)
Prefeito: Edvaldo Nogueira (PCdoB)
Vice-prefeito: Silvio Santos (PT) – coligação: “Todos por Aracaju”
(PRB/PDT/PT/PSL/PTN/PSC/PR/PPS/PSDC/PMN/PSB/PRP/PSDB/PCdoB)
Votos: 140.962 (primeiro turno)
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 205.311,90
Edvaldo Nogueira, 47 anos, começou a carreira política no movimento estudantil quando era estudante de medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Foi secretário geral e presidente do Diretório Central dos Estudantes da instituição. Por conta da perseguição política na época da ditadura militar, não conseguiu concluir o curso. Após dois mandatos como vereador em Aracaju, foi eleito vice-prefeito na chapa de Marcelo Déda (PT) em 2000. Com a renúncia do petista para disputar o governo do estado em 2006, assumiu a prefeitura.
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.904.084,99
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.902.524,30
Belém (PA)
Prefeito: Duciomar Costa (PTB)
Vice: Anivaldo Vale (PR) – coligação “União por Belém” (PDT/PTC/PTB/PRP/PV/PTdoB/PSC/PSDC/PR/PRTB)
Votos: 436.693 (segundo turno)
Formado
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 1.795.191,15
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.650.851,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.650.851,00
Belo Horizonte (MG)
Prefeito: Márcio Lacerda (PSB)
Vice: Roberto Carvalho (PT) – coligação “Aliança por BH” (PT/PSB/PTB/PP/PR/PV/PMN/PSC/PSL/PTN/PTC/PRP)
Votos: 778.514 (segundo turno)
Natural de Leopoldina, município da Zona da Mata mineira, Márcio Araújo de Lacerda, 62 anos, é formado em administração pela Universidade Federal de Minas Gerais. Em 1969, devido à militância no Partido Comunista Brasileiro e ao envolvimento com a Aliança Libertadora Nacional (ALN), foi preso por quatro anos pela ditadura militar. Com a experiência obtida em engenharia e telecomunicações, fundou a própria empresa em
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 55.525.721,85
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 17.545.331,61
Despesas (gastos de campanha): R$ 17.545.331,61
Boa Vista (RR)
Prefeito: Iradilson Sampaio (PSB)
Vice: Suely Campos (PP) – coligação: “Boa Vista de todos nós”
(PP/PDT/PT/PMDB/PHS/PTC/PSB/PV)
Votos: 66.998 (primeiro turno)
O médico veterinário Iradilson Sampaio, 56 anos, nasceu em Recife (PE), mas construiu toda sua carreira política
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 2.595.920,00
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 360.450,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 360.282,36
Campinas (SP)
Prefeito: Dr. Hélio (PDT)
Vice-prefeito: Demétrio Vilagra – coligação “Unidos por Campinas”
(PDT/PMDB/DEM/PTB/PP/PPS/PR/PCdoB/PT/PSC/PMN/PRP)
Votos: 371.083 (primeiro turno)
Hélio de Oliveira Santos, mais conhecido Dr. Hélio, viveu em Corumbá (MS), cidade onde nasceu, até 1966, quando se mudou com o pai e um irmão para Bauru (SP). Estudou medicina na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tornou-se cirurgião-pediatra e envolveu-se com causas de responsabilidade social. Criou, em 1985, o Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância (Crami), referência nacional na defesa e proteção de crianças e adolescentes contra a violência doméstica. Anos depois partiu para a política partidária. Elegeu-se duas vezes deputado federal, ficando no mandato entre 1999 e 2004, quando foi eleito pela primeira vez prefeito de Campinas. Aos 58 anos, conseguiu a reeleição com o apoio de uma ampla coligação partidária.
Valor total dos bens declarados: R$1.012.377,90
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 3.779.367,45
Despesas (gastos de campanha): R$ 3.773.172,28
Campo Grande (MS)
Prefeito: Nelsinho Trad (PMDB)
Vice-prefeito: Edil Albuquerque (PMDB) – coligação: “Campo Grande cada vez melhor”
(PMDB/PRB/PR/PDT/PP/PPS/PSDB/DEM/PV/PTN/
PRP/PSC/PTdoB/PTC/PSDC/PRTB/PTB/PHS/PSB)
Votos: 288.821 (segundo turno)
O médico Nelson Trad Filho, 47 anos, é filho do deputado federal Nelson Trad (PMDB-MS). Formado em medicina pela Faculdade Gama Filho do Rio de Janeiro, é casado e tem dois filhos. Teve seu primeiro mandato em 1992, quando foi eleito vereador pelo PTB. Foi reeleito em 1996, ocasião em que apoiou a candidatura a prefeito de seu pai, que acabou derrotado pelo então candidato André Puccinelli, hoje governador do estado. Conseguiu se eleger mais uma vez vereador em 2000 e presidiu o Legislativo local no biênio 2001/2002. Em 2002, foi o deputado estadual mais votado de Mato Grosso do Sul, com 36.283 votos. Em 2003, se transferiu para o PMDB, onde se candidatou a prefeito da capital em 2004, vencendo a disputa em primeiro turno com 213 mil votos. Foi reeleito prefeito com 71,41% dos votos válidos.
Valor total dos bens declarados: R$ 2.280.598,61
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 3.634.422,80
Despesas (gastos de campanha): R$ 3.634.422,80
Cuiabá (MT)
Prefeito: Wilson Santos (PSDB), 47 anos
Vice-prefeito: Chico Galindo (PTB) – coligação “Dante Martins de Oliveira”
(PCdoB/PDT/PMN/PSL/PTB/PRP/PV/PSDC/PSDB/PRTB/PPS/PRB)
Votos: 175.038 (segundo turno)
Nascido em Dracena, interior paulista, Wilson Pereira dos Santos se mudou para Cuiabá em meados dos anos 1960, onde trabalhou como jornaleiro no início da vida profissional. Formado em ciências e direito pela Universidade Federal de Mato Grosso, teve atuação no movimento estudantil como presidente do Centro Acadêmico de Direito daquela universidade. Foi vereador de Cuiabá e, por duas vezes, deputado estadual e federal, tendo sido secretário de Serviços Públicos da capital mato-grossense e secretário da Agricultura e Assuntos Fundiários do estado. Em 2005, foi eleito prefeito de Cuiabá. O tucano se reelegeu com o apoio de outros 11 partidos, parte deles integra a base de apoio do governo Lula, como o PCdoB, o PDT, o PTB e o PV.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 911.843,97
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 3.988.358,76
Despesas (gastos de campanha): R$ 3.987.598,76
Curitiba (PR)
Prefeito: Beto Richa (PSDB)
Vice-prefeito: Luciano Ducci (PSB) – coligação: “Curitiba – O trabalho continua”
(PSDB/PP/PSL/PDT/DEM/PSB/PPS/PR/PSDC/PRP/PTN)
Votos: 778.514 (primeiro turno)
Filho de José Richa, ex-senador e ex-governador do Paraná (1983-1986), o engenheiro Beto Richa, 43 anos, foi eleito deputado estadual por dois mandatos, entre 1995 e 2000, quando passou à condição de vice-prefeito de Curitiba, durante o governo do hoje deputado federal Cássio Taniguchi (DEM). Em 2002, Richa candidatou-se ao governo do Paraná mas não se elegeu, ficando em terceiro lugar. Em 2004, Richa elegeu-se prefeito com 54,78% dos votos válidos. Foi reeleito com 77,27% dos votos válidos, uma das mais expressivas votações entre todas as capitais.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 3.473.644,10
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 6.903.530,23
Despesas (gastos de campanha): R$ 6.895.100,80
Duque de Caxias (RJ)
Prefeito: Zito (PSDB)
Vice-prefeito: Jorge Amorelli (PSDB) – coligação: “Trabalho e Respeito”
(PSDB/PTdoB/PSDC/PP/PSC/PV/PSL/PR/DEM/PTN)
Votos: 245.218 (primeiro turno)
Nascido em Paulista (PE) em 14 de dezembro de 1952, José Camilo Zito dos Santos foi levado pela família com um ano de idade para o município fluminense de Duque de Caxias. Em 1988 foi eleito vereador do município pelo PTR. Em 1992, reelegeu-se pelo PSB, ocupando a presidência do Legislativo entre 1993 e 1994. No mesmo ano, Zito renunciou ao cargo de vereador e conseguiu uma cadeira na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Em 1996 disputou e venceu a eleição para a prefeitura de Duque de Caxias, sendo reeleito em 2000. Completou seu segundo mandato e passou dois anos sem cargos públicos, até ser eleito em 2006 deputado estadual novamente. Elegeu-se com 53,34% dos votos válidos.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 3.500.611,85
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 2.330.686,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 2.330.200,14
Florianópolis (SC)
Prefeito: Dário Berger (PMDB), 51 anos
Vice-prefeito: João Batista Nunes (PR) – coligação “O Trabalho Continua” (PMDB/PR/PRB/PSC/PRTB/PSB/PHS/PRP)
Votos: 128.969 (segundo turno)
Nascido
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 750.947,98
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.442.927,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.430.959,63
Fortaleza (CE)
Prefeita: Luizianne Lins (PT)
Vice-prefeito: Tin Gomes (PHS) - coligação: Fortaleza cada vez melhor
(PT/PSB/PCdoB/PMDB/PV/PHS/PMN/PSL/PTN/PRB/PTdoB/PSDC)
Votos: 593.778 (primeiro turno)
Filiada ao Partido dos Trabalhadores desde 1989, Luizianne Lins, 40 anos, milita nos movimentos de esquerda desde 1987. Jornalista, formada pelo curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC), iniciou a faculdade em 1988, tornando-se presidente do Centro Acadêmico (CA) em 1990. Dois anos depois, foi eleita presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFC e, em 1993, diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE). Com a militância no Movimento estudantil se credenciou para o cargo de secretária estadual de Juventude do PT. Trabalhou, como funcionária pública concursada, na Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb), onde permaneceu por dez anos. É professora concursada do Curso de Comunicação Social da UFC – atualmente licenciada para o mandato de prefeita de Fortaleza. Seu primeiro mandato parlamentar veio em 1996, quando foi a vereadora mais votada do PT, com 5.336 votos. Quatro anos depois foi reeleita. Em 2002, foi eleita deputada estadual. Na Assembléia, ocupou o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania. Em outubro de 2004, foi eleita prefeita de Fortaleza, obtendo 620.174 votos. Reelegeu-se com 50,16% dos votos válidos ao derrotar o ex-deputado Moroni Torgan (DEM).
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 33.448,22
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 4.714.714,63
Despesas (gastos de campanha): R$ 4.713.021,47
Goiânia (GO)
Prefeito: Iris Rezende (PMDB)
Vice-prefeito: Paulo Garcia (PT) – coligação: “Goiânia em primeiro lugar”
(PMDB/PT/PDT/PR/PSDC/PSL/PRTB/PHS/PMN/PTC/PRP/PCdoB/PSC/PRB)
Votos: 472.319 (primeiro turno)
Iris Rezende, 75 anos, fez sua carreira pelo estado de Goiás, tendo sido vereador e prefeito de Goiânia, deputado estadual, governador por dois mandatos e senador da República. Foi vereador em 1958 e deputado estadual em 1962. Quando era prefeito de Goiânia, Iris teve o mandato cassado pelo regime militar em 1969. Governou Goiás pela primeira vez de
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 6.014.045,98
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 3.372.388,61
Despesas (gastos de campanha): R$ 3.369.840,30 ´
Guarulhos (SP)
Prefeito: Sebastião Almeida (PT)
Vice-prefeito: Carlos Derman (PT) – coligação: “Pra Guarulhos continuar no rumo certo”
(PT/PSL/PSB/PRTB/PTdoB/PR/PRP/PSDC/PTC/PP/PTN/PRB)
Votos: 320.472 (segundo turno)
Sebastião Almeida, 49 anos, natural de Guaporema (PR), é filiado ao PT desde os anos 80, época em que atuou no sindicalismo metalúrgico. Presidiu a Federação Estadual dos Servidores Municipais durante a década de 1990. Em 2000, foi eleito vereador de Guarulhos. Em
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 146.800,58
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 4.198.222,29
Despesas (gastos de campanha): R$ 4.188.589,77
João Pessoa (PB)
Prefeito: Ricardo Coutinho (PSB)
Vice-prefeito: Luciano Agra (PSB) – coligação: “A força do trabalho”
(PCdoB/PCB/PSL/PTC/PTB/PMDB/PRP/PV/PTdoB/PT/PSC/PSB/PP/PRTB/PPS/PRB)
Votos: 262.041 votos (primeiro turno)
Ricardo Vieira Coutinho, nascido
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 409.282,42
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.442.881,02
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.442.765,58
Macapá (AP)
Prefeito: Roberto Góes (PDT)
Vice-prefeita: Helena Guerra (DEM) – coligação “Nosso Forte é Macapá” (PDT/DEM/PSDB/PTdoB/PSL)
Votos: 91.558 (segundo turno)
Nascido em Macapá, Antônio Roberto Rodrigues Góes da Silva freqüenta o curso de administração de cidades na Universidade Federal do Amapá. Aos 26 anos, foi o mais jovem candidato eleito nas eleições de 1992 no município, quando se tornou vereador. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual. Com atuação parlamentar voltada para o esporte, presidiu a Federação Amapaense de Futebol, tendo sido convidado pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para chefiar a delegação da seleção brasileira na Copa América do Peru, em 2004. Em 2007, voltou a chefiar, em novo convite da CBF, a delegação na Copa América da Venezuela. Atualmente, ocupa o posto de primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Amapá. É sobrinho do governador Waldez Góes (PDT), seu principal cabo eleitoral.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 398.339,99
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.881.115,09
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.879.516,49
Maceió (AL)
Prefeito: Cícero Almeida (PP)
Vice-prefeita: Maria de Lourdes Pereira de Lyra
Votação: 319.831 (primeiro turno)
José Cícero Soares de Almeida nasceu em Maribondo (AL), em 8 de janeiro de 1958. Radialista e cantor, trabalhou como repórter policial em diversas rádios e na TV Alagoas antes de ocupar a prefeitura. Antes de ser eleito para a prefeitura de Maceió em 2004, foi vereador e deputado estadual. Após a primeira vitória no Executivo municipal, saiu do PDT por conflitos com o então presidente estadual do partido, Geraldo Sampaio, e entrou no PTB, partido do então deputado João Lyra. Agora está no PP. Reelegeu-se com 81,49% dos votos válidos.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 382.000,00
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.477.900,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.477.283,71
Manaus (AM)
Prefeito: Amazonino Mendes (PTB), 68 anos
Vice-prefeito: Carlos Souza (PP) – coligação “Manaus, um Futuro Melhor.” (PTB/PP/PHS/PRTB/PTN/PTC)
Votos: 495.460 (segundo turno)
Nascido no município de Eirunepé (AM), Amazonino Armando Mendes iniciou a vida pública como servidor de carreira do Departamento de Estradas e Rodagem do Amazonas. Prefeito de Manaus entre 1983 e 1986, governou o Amazonas de
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 3.116.881,63
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 3.350.634,90
Despesas (gastos de campanha): R$ 3.348.600,59
Natal (RN)
Prefeita: Micarla de Sousa (PV)
Vice-prefeito: Paulo Freire (PP) – coligação: “Natal melhor”
(PTB/PP/PV/DEM/PMN/PR)
Votos: 193.195 (primeiro turno)
Filha do ex-senador Carlos Alberto de Sousa, a empresária da área de comunicação Micarla de Sousa, 38 anos, comanda o Sistema Ponta Negra de Comunicação. Começou na vida pública em 2004, quando foi convidada pela governadora do Rio Grande do Norte, Wilma Faria (PSB), para compor como vice-prefeita a chapa pela reeleição de Carlos Eduardo Alves. No ano de 2006, Micarla se candidatou a deputada estadual. Foi a mais votada em Natal com 43.194 votos. Com apoio do DEM, do senador José Agripino (RN), foi eleita no primeiro turno com 50,84% dos votos válidos.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 263.107,88
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 3.047.264,90
Despesas (gastos de campanha): R$ 3.045.495,79
Nova Iguaçu (RJ)
Prefeito: Lindberg Farias (PT)
Vice-prefeita: Sheila Gama (PDT) – coligação: “A mudança não pode parar”
(PDT/PT/PTB/PV/PCdoB/PTdoB/PR/PSB/PTN/PRB/DEM)
Votos: 263.292 (primeiro turno)
Começou sua trajetória política como presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). No movimento estudantil, liderou a campanha dos “caras-pintadas” em 1992 que levou ao impeachment do então presidente da República Fernando Collor de Mello. Elegeu-se deputado federal pelo Rio de Janeiro, filiado ao PCdoB, em 1994. Três anos depois ingressou no PSTU. Em 2001 filiou-se ao PT. Retornou à Câmara em 2002 com mais de 83 mil votos. Em 2004, candidatou-se à prefeitura de Nova Iguaçu, em coligação com PSB, PCdoB, PSDB e PFL. Em 2004, venceu a disputa no segundo turno com 57% dos votos válidos. Reelegeu-se em 2008 com 65,35% dos votos válidos no primeiro turno.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 175.094,18
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 2.479.525,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 2.497.525,00
Osasco (SP)
Prefeito: Emídio Pereira (PT)
Vice-prefeito: Faisal Cury (PTB) – coligação: “Osasco de todos”
(PSL/PTB/PRP/PV/PT/PSDC/PSB/PHS/PRTB/PPS/PRB/PR/PCdoB)
Votos: 204.356 (primeiro turno)
Emídio Pereira de Souza nasceu
Valor total dos bens declarados: R$ 403.895,42
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 2.479.525,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 2.497.525,00
Palmas (TO)
Prefeito: Raul Filho (PT)
Vice-prefeito: Edna Agnolin (PDT) – coligação “Força do povo”
(PT/PRB/PDT/PPS/PHS/PTC/PSB/PCdoB)
Votos: 44.832 (primeiro turno)
Nascido em Gilbués, no interior do Piauí, Raul de Jesus Lustosa Filho, 50 anos, mudou-se com a família para o município de Araguaçu, antigo norte de Goiás, hoje sul do estado do Tocantins, aos cinco meses de idade. Começou a carreira política em 1982, quando se elegeu prefeito da cidade aos 24 anos. Em 1988 foi eleito deputado estadual, compondo a primeira legislatura da Assembléia Legislativa do novo estado do Tocantins. Foi relator da Constituição do estado e exerceu o cargo de primeiro vice-presidente da Casa. Em 1990, foi reeleito deputado estadual e liderou a bancada de oposição por quase três anos. Em 1994, assumiu novamente uma cadeira na Assembléia Legislativa, exercendo seu terceiro mandato. Antes das eleições de 2004, havia disputado a prefeitura de Palmas duas vezes. A primeira foi em 1996 e a segunda em 2000, perdendo a eleição por menos de 1,5% dos votos. Em 2003, deixou o Partido Popular Socialista (PPS) e filiou-se ao PT, partido pelo qual venceu a disputa à prefeitura nas eleições de 2004. Reelegeu-se em 2008 com 44,52% dos votos válidos.
Declaração de bens (patrimônio pessoal): R$ 908.402,39
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.919.062,43
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.911.062,43
Porto Alegre (RS)
Prefeito: José Fogaça (PMDB), 61 anos
Vice-prefeito: José Fortunati (PDT) – coligação “Cidade Melhor – Futuro Melhor” (PTB/PSDC/PMDB/PDT)
Votos: 470.696 (segundo turno)
Nascido
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 508.020,00
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 2.615.361,58
Despesas (gastos de campanha): R$ 2.615.361,58
Porto Velho (RO)
Prefeito: Roberto Sobrinho (PT)
Vice-prefeito: Emerson Castro (PMDB) – coligação “Trabalho de novo com a força do povo”
(PT/PMDB/PP/PRTB)
Votos: 119.869 (primeiro turno)
Militante petista, Roberto Sobrinho é professor. Sua história política tem origem no movimento sindical, sendo fundador do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Rondônia e presidente por duas vezes das duas primeiras gestões do sindicato. Nascido
Declaração de bens (patrimônio pessoal): R$ 380.500,00
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.262.378,62
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.262.378,62
Recife (PE)
Prefeito: João da Costa (PT)
Vice-prefeito: Milton Coelho (PSB) – coligação “Frente do Recife”
(PCdoB/PDT/PMN/PTB/PRP/PTdoB/PT/PSDC/PR/PSB/PTN/PRB/PRTB/PSL/PHS)
Votos: 432.707 (primeiro turno)
Natural de Angelim, no agreste de Pernambuco, João da Costa Bezerra Filho, 47 anos, vem de uma família de antiga militância política. Filho de um ex-prefeito e ex-vereador de Angelim, começou a vida política no movimento estudantil. Foi um dos primeiros a se filiar ao PT em Pernambuco, no início dos anos 80. Em 1983, decidiu mudar de carreira, abandonar o curso de administração e estudar agronomia. Naquele ano, assumiu a presidência do Diretório Acadêmico (DA) de Agronomia, depois do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Rural. Começou a vida pública por força do prefeito João Paulo (PT), de quem foi assessor parlamentar na Assembléia Legislativa de Pernambuco e secretário municipal de Planejamento e Orçamento Participativo. Passou boa parte da campanha com a candidatura impugnada pelo TRE-PE, acusado de abuso de poder político econômico. João Paulo teria colocado a máquina da prefeitura para trabalhar na campanha de João da Costa. Após a vitória do petista no primeiro turno, os juízes eleitores voltaram atrás e mantiveram o resultado das urnas.
Declaração de bens (patrimônio pessoal): R$ 228.562,33
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 2.832.735,81
Despesas (gastos de campanha): R$ 2.823.747,04
Rio Branco (AC)
Prefeito: Raimundo Angelim (PT)
Vice-prefeito: Francisco Eduardo Saraiva de Farias (PCdoB) – coligação ”Frente popular das comunidades”
(PRB/PP/PDT/PT/PTB/PSL/PTN/PR/PSDC/PRTB/PTC/PSB/PV/PRP/PCdoB/PTdoB)
Votação: 80.022 (primeiro turno)
Economista formado pela Universidade Federal do Acre (UFAC), Raimundo Angelim Vasconcelos nasceu
Declaração de bens (patrimônio pessoal): R$ 510.638,95
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 187.350,00
Despesas (gastos de campanha): R$ 187.350,00
Rio de Janeiro (RJ)
Prefeito: Eduardo Paes (PMDB)
Vice-prefeito: Carlos Alberto Vieira Muniz (PMDB) – coligação “Unidos pelo Rio” (PMDB/PP/PSL/PTB)
Votos no 1º turno: 1.696.195 (segundo turno)
Nascido no Rio de Janeiro (RJ) e formado em direito, Eduardo da Costa Paes, 39 anos, iniciou a carreira política como subprefeito da Barra da Tijuca (zona oeste do Rio) e Jacarepaguá, durante a primeira gestão do prefeito César Maia (DEM), entre 1993 e 1996. Ingressou na equipe de Maia filiado ao Partido Verde, mas foi eleito em 1996 pelo PFL (atual DEM), obtendo o maior número de votos entre os vereadores do Rio de Janeiro naquele ano. Em 1998, foi eleito deputado federal pelo Rio, tendo sido reeleito para a legislatura seguinte já no PTB, ao qual se filiou em 1999. Em 2003 ingressou no PSDB. Destacou-se, em 2005, como um dos mais ferrenhos críticos do governo Lula na CPI dos Correios, da qual foi sub-relator. Ex-secretário-geral do PSDB, pelo qual concorreu ao governo do Rio em 2006, filiou-se ao PMDB no ano passado, para ser lançado como candidato do governador do Rio, Sérgio Cabral, à prefeitura fluminense. No segundo turno, recebeu o apoio do PT e derrotou Fernando Gabeira (PV), com 50,83% dos votos válidos.
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 390.372,87
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 11.408.323,52
Despesas (gastos de campanha): R$ 11.408.323,52
Salvador (BA)
Prefeito: João Henrique (PMDB)
Vice-prefeito: Edvaldo Brito (PTB) – coligação “A Força do Brasil em Salvador”
(PMDB/PTB/PDT/PMN/PSL/PSC/PP/PHS/PRTB)
Votos: 783.487 (segundo turno)
Nascido em Feira de Santana há 49 anos, João Henrique de Barradas Carneiro é filho do senador João Durval Carneiro (PDT-BA) e irmão do deputado federal Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA). É formado em economia pela Universidade Federal da Bahia, com pós-graduação
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 606.664,27
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 2.924.692,94
Despesas (gastos de campanha): R$ 2.925.231,64
Santo André (SP)
Prefeito: Aidan Ravin (PTB)
Vice-prefeito: Dinah Zekcer (PTB) – sem coligação
Votos: 214.810 (segundo turno)
O médico ginecologista e obstetra Aidan Antonio Ravin, 47 anos, é formado há 18 anos pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Atua como clínico geral no Posto de Saúde da Vila Luzita há mais de 17 anos. Também é casado e pai de dois filhos. Elegeu-se vereador
Valor total dos bens declarados: R$474.464,57
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 598.350,65
Despesas (gastos de campanha): R$ 598.336,45
São Bernardo do Campo (SP)
Prefeito: Luiz Marinho (PT)
Vice-prefeito: Frank Aguiar (PTB) – coligação “São Bernardo de Todos”
(PT/PRB/PDT/PTB/PSL/PTN/PR/PRTB/PV/PHS/PSC)
Votos: 237.617 (segundo turno)
Bacharel em direito, Luiz Marinho, 49 anos, foi metalúrgico na década de 70, quando conheceu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Seu primeiro e único registro em carteira é de julho de 1978, data em que foi contratado para trabalhar na seção de pintura da Volkswagen de São Bernardo do Campo (SP), onde também começou sua carreira sindical como membro da CIPA, cargo para o qual foi reeleito na gestão seguinte. Entrou em 1984 para a diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Nas gestões seguintes assumiu os cargos de secretário-geral e vice-presidente. Em 1996, foi eleito presidente do sindicato, cargo para o qual foi reeleito mais duas vezes (1999-2002 e 2002-2003). Em 2002, foi candidato a vice-governador do estado de São Paulo, na chapa encabeçada por José Genoino, do Partido dos Trabalhadores. No ano seguinte, foi eleito presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT). No governo Lula, foi ministro do Trabalho entre 2005 e 2007, e da Previdência Social, até sair do cargo para começar a campanha à prefeitura de São Bernardo.
Valor total dos bens declarados: R$32.508,73
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 11.185.239,77
Despesas (gastos de campanha): R$ 11.184.752,25
São Gonçalo (RJ)
Prefeito: Aparecida Panisset (PDT)
Vice-prefeito: Jorge Aranha (PSDB) – coligação “Trabalhando muito para fazer mais”
(PSDC/PSDB/PDT/PV/DEM/PSC/PPS)
Votos: 270.591 (primeiro turno)
Ex-professora de história do ensino médio, Maria Aparecida Panisset nasceu
Valor total dos bens declarados: R$144.000,00
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 1.082.547,69
Despesas (gastos de campanha): R$ 1.082.547,69
São Luís (MA)
Prefeito: João Castelo (PSDB)
Vice-prefeita: Helena Duailibe (PSB) – coligação “São Luís Merece Mais” (PSDB/PSB/PTC)
Votos: 271.014 (segundo turno)
Natural do município maranhense de Caxias, João Castelo Ribeiro Gonçalves é formado em direito pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília. Foi deputado federal (de
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 6.363.437,58
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 3.973.749,45
Despesas (gastos de campanha): R$ 3.973.466,34
São Paulo (SP)
Prefeito: Gilberto Kassab (DEM), 48 anos
Vice-prefeita: Alda Marco Antônio (PMDB) – coligação “São Paulo no Rumo Certo” (PR/PMDB/PRP/DEM/PV/PSC)
Votos: 3.790.558 (segundo turno)
Nascido na capital paulista há 48 anos, Gilberto Kassab é formado
Bens declarados (patrimônio pessoal): R$ 5.107.628,31
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 29.788.531,55
Despesas (gastos de campanha): R$ 29.744.381,46
Teresina (PI)
Prefeito: Silvio Mendes (PSDB)
Vice-prefeito: Elmano Ferrer (PTB) – coligação: Teresina cada vez melhor
(PTC/PTB/PRP/DEM/PV/PSDC/PR/PSDB/PP/PHS/PTN/PRTB/PPS)
Votos: 273.065 (primeiro turno)
Sílvio Mendes de Oliveira Filho, 59 anos, nasceu
Declaração de bens (patrimônio pessoal): R$ 416.493,95
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 810.874,88
Despesas (gastos de campanha): R$ 810.874,88
Vitória (ES)
Prefeito: João Coser (PT)
Vice-prefeito: Sebastião Barbosa (PMDB) – coligação: “Todos por Vitória”
(PT-PMDB)
Votos: 119.623 (primeiro turno)
O advogado João Coser, 52 anos, natural de Santa Tereza (ES), ocupou quatro cargos no legislativo antes de assumir seu primeiro mandato à frente da capital capixaba. Sua carreira política começou na presidência do Sindicato dos Comerciários do Espírito Santo, entre 1984 e 1986, e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Espírito Santo, entre 1985 e 1986. Um ano depois assumiu uma cadeira na Assembléia Legislativa capixaba, que ocupou por dois mandatos consecutivos. Em 1994 foi eleito deputado federal e também ficou no cargo por dois mandatos consecutivos. Em 2002 concorreu ao Senado, mas não se elegeu. Dois anos depois assumiu a prefeitura de Vitória. Durante a campanha, Coser recebeu o apoio do governador do estado, Paulo Hartung (PMDB), e do vice-governador, Ricardo Ferraço (PSDB).
Declaração de bens (patrimônio pessoal): R$ 2.060.000,00
Prestação de contas (gastos de campanha):
Receita (doações, fundo partidário, eventos etc): R$ 2.571.799,64
Despesas (gastos de campanha): R$ 2.562.508,00
Rosana Silva (18/01/2009 - 00h14)
Quem vai comandar o nosso país??? Está havendo um equívoco, pois nós estamos a "Deus dará". O país está abandonado:nada funciona!!! Educação, Saúde e Segurança Pública, Cadê???? Pagamos uma fortuna de impostos e não recebemos nada em troca e ainda como se não bastasse, ainda temos que ser conivente com a suposta troca de comando.
RGS (01/01/2009 - 11h21)
Os três préfeitos em destaque - notadamente, pelo peso politíco da grande massa de eleitores, dessas capitais.O Kassab, por se conhecer o trabalho realizado recentemente, pelo mesmo na capital paulista - dess se espera muito mais!.Em especial, os trabalhadores informais e os usuários de transporte coletivo da capital.Com relação aos outros.Só daqui ha alguns meses saberemos a respeito do seus respectivos desempenhos.