Quarta-Feira, 10 de Fevereiro de 2010

27/10/2009 - 06h57

Parlamentares apontam “intrigas” como raiz de processos

Thomaz Pires

Os parlamentares das subcomissões de fiscalização de gastos da Copa do Mundo de 2014 que respondem a processos no Supremo Tribunal Federal (STF) alegam que as acusações em andamento são “intrigas” e fatos antigos. Além disso, eles afirmam que as pendências judiciais não comprometem os trabalhos de acompanhar as despesas com a realização do Mundial de Futebol.

O presidente da subcomissão da Câmara, Rômulo Gouveia (PSDB-PB), é um dos que sustentam que os processos são denúncias infundadas feitas por desafetos políticos. Ele é taxativo ao dizer que os processos não desqualificam a credibilidade dos parlamentares.

“São intrigas de adversários políticos, o que é mais do que normal na política. Os companheiros indicados para as subcomissões têm toda a qualificação necessária para acompanhar os assuntos da Copa. E além disso, somos inocentes até que se prove o contrário”, destaca Gouveia.

Procurado pela reportagem, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) descartou que haja qualquer comprometimento na lisura dos trabalhos da subcomissão em razão das contas reprovadas pelo TCU e os três processos que ele responde no Supremo Tribunal Federal.

Segundo o parlamentar, as denúncias são antigas e não descredenciam os parlamentares para acompanharem os assuntos relativos à Copa no Congresso. “Eles não comprometem nada no andamento do nosso trabalho na subcomissão. As minhas contas como prefeito já foram aprovadas”, avalia Lucena. “Teremos o papel de fiscalizador. As ações, como contratos, ficarão por conta do governo. O Tribunal de Contas da União e o Ministério Público também estarão totalmente presentes nos trabalhos.”, completou.

Baixa

Com pouco mais de seis meses de trabalho, a subcomissão da Câmara que acompanha os gastos da Copa teve duas baixas nas últimas semanas. O deputado João Magalhães (PMDB-MG) foi o primeiro a pedir afastamento dos trabalhos.

Suspeito de ter praticado crimes de fraude a licitações e colaborado para desviar verbas públicas, o parlamentar não justificou o motivo da desistência. Apenas encaminhou à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, que acompanha o assunto, o pedido de retirada do nome. A vaga permanece em aberto.

A outra baixa foi na vice-presidência da subcomissão. O cargo era ocupado pelo deputado Leonardo Alcântara (PR-CE). O deputado, que responde ao Inquérito 2689 no Supremo (crime contra o sistema finenceiro nacional), abandonou o posto. Seu nome foi retirado da lista da comissão na última semana. Ele também não encaminhou qualquer justificativa para a decisão.

O Congresso em Foco procurou todos os sete parlamentares titulares e suplentes das duas subcomissões que respondem a processos. Mas nem todos ofereceram explicações ao site. O espaço permanece aberto para a manifestação dos senadores e deputados que queiram dar sua versão sobre as acusações contra eles imputadas.

Parlamentares da Copa são investigados por crimes financeiros

LSM (28/10/2009 - 01h55)

NOOOOOSSSAAAA, É INTRIGA DE COLEGUINHAS, AGORA SÃO TODOS HONESTOS, UNS SANTOS, ACHAM TÃO FEIA UMA NOTA DE CEM REAIS NÉ?!!! TALVEZ UMA NOTA SIM, MAS MILHARES DE NOTAS ELES ACHAM MARAVILHOSO, MAS ISSO COM CERTEZA ABSOLUTA, PRINCIPALMENTE SE ENTRAREM FACIL NO BOLSINHO...

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